
Fábio Marcondes
FADQ – Abstinência e Dependência Química
Autor de 6 livros publicados escrevendo sobre abstinência desde 2010.
Amante da vida, apaixonado ao fenômeno da existência.
Acredita na impermanência, traz tudo para consciência, mas, habita pela subjetividade e intuição.
Está sempre pronto com tudo que pode aos que se identificam, traduzem para as suas verdades e criam assim os seus próprios caminhos.
Suas frentes de trabalho são complementares; terapeuta, escritor, artista plástico e comunicador. Atuando na simples complexidade dicotômica e paradoxal nas múltiplas verdades individuais e coletivas junto a adicção e a recuperação.
Mídias
Alguns trabalhos veiculados compartilhando um pouco minhas frentes complementares junto as reflexões na abstinência e a recuperação em vícios.






sexto livro
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a Desconstrução e
a Desfragmentação
da Adicção

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Eu narrei o meu primeiro livro “30 Anos Fudeu” e ele se transformou num audiolivro, você pode comprar na TocaLivros (inclusive tem em app).

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Artes Plásticas
O universo artístico para mim é a tradução que compete toda intuição numa explicação ao inexplicável.
Nela encontramos vias de comunhão, onde o inconsciente pode finalmente se comunicar com o consciente, trazendo de forma ingênua e até pretenciosa alguma sorte de razão, mesmo sem precisar ter.
A Jornada do Louco (tarô)
Liberado o livro piloto de uma ficção lúdica com as fantasias alegóricas do Louco do Tarô em uma jornada aos 21 Arcanos Maiores (já que ele compõe os 22 “sem número”) onde transpassa do vício (signo de qualquer natureza) para a recuperação.
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Meus 43 anos (22.12.82 – 25)
O bom filho sempre volta para casa, ou seria um filho ruim, que retorna por não ter para onde ir…
Encontro-me em migalhas de pães chiques, ao doce clima noturno do verão, o silêncio da rua pela madrugada, ela já é chegada, a insônia, que não precisa de nada, nem de paquera ou namorada, nem mesmo amigos e família, nem mesmo sequelas de uma farofada.
Estruturas vão, estruturas se rompem, amargo é o vazio, ter tudo e sempre estar sem nada, não ter nada e sempre ter tudo.
O que mais faremos para sermos ouvido, quantas provas aos teores morais e éticos teremos que adaptar, adequar, modular para junto o catálogo das doenças não mais ser visto como fracasso, covardia ou a supremacia de um paladino remodelado…
Há um lugar de encontro, não importam as jornadas, conquistas, vitórias e alicerces edificados em novas verdades, a sorrateira vilã com seu parceiro sorrateiro sempre nos alcança, vem de outras formas, formas novas, bonitas, diferentes e interessantes, curiosas, é um fascínio, nos permitimos sussurrar em seus ouvidos, tocamos suas peles, sentimos seu perfume, seu calor que esconde a gélida verdade escondida… o golpe!
Tomamos bordoadas, esquivamos, contra-atacamos, mas ainda assim não percebemos as estratégias ocultas, para quem uma vez foi serviçal, sempre será novamente… ou não?
A solidão parece ser a morada dos sonhos, não ter compromisso, obrigação, ir e vir sem a nada e nem ninguém precisar estar, mesmo estes sendo opostos de vossos sentidos na origem dos sentimentos, dos quais só quer ainda sentir a vida como criança… mas a parte boa da criança, não a parte ruim, do medo, da timidez, da insegurança… só a parte boa!
O peso extra ao moldes padrões estão esgotando o que um dia foi poder, este poder hoje se tornou uma maldição, na retórica da presença é possível até mesmo driblar quem não sabe enxergar, mas aos olhos treinados desvendam o mistério.
O enigma foi descoberto, parece mesmo que não tem jeito, parece mesmo que a vida corrige o seu curso, podemos inventar tudo que ainda não existe, podemos ativar tudo que já existe, podemos mudar até nossos nomes, podemos tentar todas as sortes e todos os azares, podemos poder, e ainda assim parece mesmo que andamos para chegar de onde partimos. Porém, esse é o lance!
Criamos tantos títulos para nos achar que nem percebemos o que somos sem os títulos, eu por exemplo, dou tantas voltas, vou para lá, vou para cá, faço isso e aquilo, o tempo todo tentando ser, ter e estar aos modelos que competem os dramas das nossas vidas, contudo, o que eu sei fazer é escrever, e o mais engraçado nisso é que eu escrevo errado, sou prolixo, meus livros não vendem, e eu não sou escritor, mas a única coisa que sei realmente fazer é escrever e não há nada que me faça encontrar de novo o ponto de partida e chegada que seja escrever.
Pode ser embaralhado ler isso, texto que faço no bloco de notas do computador, pois não tenho mais world, texto que não sei… e não sei mesmo.
É complicado caminhar arduamente pelas trevas infernais e depois de alcançar níveis celestiais ver que não adianta de nada, não que seja absoluto e somente pessimista, porém, não há tanta alegria junto o céu azul, e as cores sombrias parecem acalentar mais que as sutis, o que não é verdade, mas parece.
É triste não conseguir.
É triste não entenderem.
É triste voltar nas questões morais e éticas.
É triste… desencanar e jogar a toalha até onde ir…
É triste não ter para onde ir…
É triste ter o contrário disso tudo e não sentir!
Nessas horas sinto o que sou, artista é a única palavra que consegue me representar.
Esse texto até está parecendo uma despedida.
Eu fiquei tão “pop” criando conteúdo no YouTube que até esqueci o que sou de verdade. Lá eu falei um monte, tem vídeo de todos os tipos, de todos os jeitos, tantas faces que no fim não tem nenhuma.
Me tornei conselheiro e acompanhante terapêutico, um pouco de terra para a terra, moldes para atuar. Como se minha alma, meu sangue, minhas vísceras, meu suor, minhas lágrimas e o meus estudo da vida não fossem suficientes, damos a César o que é de César com a ridicularidades de qualquer coisinha on-line certificando até um Asno, pronto para atuar!
Essa propriedade complementar tem valor, na verdade tudo tem valor, só notei hoje, no dia do meu aniversário, aqui escrevendo que eu não posso parar de escrever, e escrever exatamente dessa forma perturbada, já que mesmo aos moldes morais e éticos, aos consumidores de segundos, simulações, artificialidades, algoritmos e vitrines digitais não acessam as profundidades abissais.
Ainda assim habita uma nova destreza analítica aos teores presentes em consciência pela estratosférica odisseia justaposta, o balizador destes efeitos estão em contrapeso ao clássico ônus e bônus, ao primado do sacrifício e benefício, ou seja, a moeda de troca continua sendo o sangue, o suor e a lágrima, já que não há sorriso sem o conhecimento da dor.
Minha vaidade ainda me coloca de frente com uma série de formulações manifestadas e compartilhadas ao longo dessa jornada, algo que de alguma forma se tornou mais um elemento ao campo vibratório desta ordem fractal, em outras palavras, é como se fora extraído de mim a transferência de um todo subjetivo e transformado em algo objetivo para identificação além de mim.
Essa faculdade dinâmica rege uma carga anulativa de minha qualidade vital, isso quer dizer que, por não me dar ao comum das estruturas, ou seja, relações clínicas de academia ou padrões institucionalizados, quando não distante, linhas místicas e os próprios uma vez do outro lado, ao retornar, tornar-se outro orador.
Por minha vez, não me identifico com nenhum, posso ter um pouco de todos, entretanto, a máxima se dá na provocativa para que cada um que cruze minha frequência possa ter tão somente a sua verdade ativada.
Para fechar, dançar com o diabo não é brincadeira, muito menos com a morte, a coisa fica séria quando isso já não assusta, o que de novo não é verdade, e talvez essa canção seja só mais uma obra de anjos que transitam de lá para cá.
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A morte do herói.
Ser herói é algo curioso, geralmente os heróis são aqueles que nunca desistem, geralmente tem valores com princípios de naturezas sublimes, coletivas inclusive, geralmente heróis vivem para os outros, geralmente heróis se questionam o tempo todo se o que fazem é certo, geralmente duvidam de suas qualidades heroicas, geralmente desistem por um tempo, geralmente passam por dores e perdas dolorosas, geralmente são apenas mais um humano tentando vencer a batalha trava dele contra ele mesmo.
Heróis não nascem por eles próprios, são seus atos que ao serem vistos pelos outros o colocam em um lugar de herói.
Às vezes hérois não querem ser hérois, às vezes colocamos pessoas em lugares de heróis sem que os mesmos sejam tudo aquilo.
Nós precisamos de alguma sorte ou azar colocar pessoas, coisas etc., como algo ou alguém que nos fere ou salva, hérois da infância se tornam ao crescermos santos e anjos, líderes políticos, campeões esportistas. Criamos continuidades de reconhecimento e anulação de vossas faculdades orgânicas, tendo ao externo a resposta que já existe dentro.
Mas o que seria do herói sem o vilão. Esse é um ponto interessante para explorarmos. Até porque se pensarmos nessa dualidade entre herói e vilão e separarmos estes signos, ou seja, o nome herói e vilão, o que encontraremos seria de alguma forma tão somente as realidades de toda a nossa existência, dado fato, sermos frutos de uma possível fonte unigênita criadora que se partiu criando daquilo ou dele(a) mesmo um oposto, que para mim deve ser complementar e não antagônico, inclusive por essa ótica já anularia a ideia de herói e vilão.
Seguindo por essa ideia, o herói seria uma esfera dentro das verdades múltiplas da vida e o vilão uma outra esfera.
Então ao criarmos heróis estamos criando verdades de uma posição até então de um microcósmos que entendemos ser a certa, a correta, a de bem; por outro lado, toda a natureza correspondente ao vilão seria o contrário que podemos chamar de negativo.
Entendo ser muito vago tudo isso e até um pouco banalizado, já nos ditos populares e nas telinhas dos cinemas, não dessa forma romantizada, mas aos truques de filmagens. Em contrapartida podemos trazer um pouco de “objeto” para essa ideia, vejamos da seguinte forma, somos regidos e compostos por três naturezas dominantes ao mundo que vivemos, sendo elas; poderes políticos, poderes religiosos e poderes econômicos, desta tríade abrimos infinitas variações que já são conjuntas ao primado dos heróis e dos vilões, pelas divisões que naturalmente já possuímos na terra, o que é certo aqui é errado ali e por aí vai mais um monte de verdades cruzadas.
Com estas dramatizações que costuramos por aqui, vamos agora apetecer um pouco o assunto com as clássicas verdades dos vícios e das drogas, tema que exploro desde 2010 e hoje em 2025 obtive uma série de verdades complementares em suas realidades, mesmo que ainda retórico, até mesmo sendo eu um objeto de estudo, tem sido também as trocas com pessoas que chegam até mim e aquelas que também desenvolvemos trabalhos juntos.
As drogas nasceram como heróis, heroina diga-se de passagem com a o jogo de palavras, mas sim, toda droga apareceu e fora criada aos primórdios de suas descobertas científicas e medicinais para promover uma melhoria para nós, então ela pode ser vista como herói em seu surgimento. Hoje temos de fato a realidade da droga ser vilão, porém, não é a droga em si o vilão ou herói, como a internet não entre outras coisas que temos e podem nos fazer mal como podem nos fazer bem, contudo, a droga possui algo que ultrapassa a compreensão de nosso entendimento temporal, nós somos limitados e a droga te abre para um lugar atemporal e ilimitado, obviamente que não são todas as drogas que promovem isso e as variáveis correspondem também a cada pessoa, no caso, aos modos já destrutivos quando viciados.
Dentro destas ideias podemos compreender uma natureza fractal, e também paradoxal, por exemplo, a mesma droga que para um atende as realidades de benfeitorias, para outro será de total destruição. Se olharmos para o herói uma vez salvador das enfermidades humana, ele como droga, passado o período de testes e experiências o próprio se tornou vilão, então um herói pode ser tanto herói como vilão, dado raciocínio que já abrimos há pouco, em mesma fatia o vilão pode se tornar herói, na mesma qualidade como droga; para ilustrar essa ideia vejamos os casos hoje presente com os tratamentos junto MDMA, CBD/THC, KETAMINA entre outros, ou seja, o que um dia foi para alguém herói ou vilão no outro dia pode novamente ser herói ou vilão.
Nada disso tem importância filosófica para quem está totalmente destruido pela droga, muito menos para quem convive junto a pessoa destruída, algo que inclusive destrói junto aqueles envolvidos, entretando, há uma verdade que já é conhecida, mas, ainda não ganhou corpo presente de atuação, que é, a realidade moral e ética junto o vício.
Vício por si já é uma desgraça, temos hoje o vício em jogo e apostas, vício em internte (com todas as suas possibilidades) mas que é mais presente ao resultado das vitrines pels redes digitais de propagação social, vícios em masturbação associado ao sexo, pornografia, prostituições, traições, mentiras etc., o vício em bebida alcoólica e as drogas, e não podemos esquecer os remédios.
Todos estes vícios e outros que talvez eu tenha esquecido e ou ainda não foram identificados, certamente todos podem arruinar com a vida da pessoa e de seus próximos, contudo, há um que é marcado como maior nível de destruição e complexidade de compreensão, a droga obviamente. Até no campo da droga temos divisões de complexidades, por exemplo, álcool é socialmente aceito, maconha já é algo que também se vê como mais leve, algumas drogas como ecstasy, MDMA, LSD são drogas que até passam despercebidas em alguns casos, agora, a cocaína, o crack, a heroína, a metafetamina, k2 que é uma droga nova pouco falada, estas são muito destrutivas. O ponto chave aqui é que existe um nível social de aceitação e rejeição junto as drogas, por exemplo; um CEO multimilionário, multiempresário que consome medicamento não prescrito para aumentar seu rendimento e bebe álcool jamais será visto como drogado ou viciado, considerando que o mesmo já está em nível de compulsáo e uso exagerado, por outro lado, aquele que está na rua, geralmente com um cobertor em cima de si, barba e cabelo grande, sujo e fedido, nos becos fumando crack, este é a representação clássica do viciado ao que entendemos por este modelo de vício, não distante temos a cocaína que antes de chegar em seu enclausuramento de isolamento (traços comuns de um vicío já grave), a cocaína está presente em grandes eventos sociais, promovendo o seu despertamento de prazer e socialmente para algumas fatias tribais, ela não é vista como o vício do crack, para maconheiros ou fanfarrões da bebida alcoólica a cocaína já é ultrajante, ou seja, existe uma escala social ao que compete a posição das questões morais e éticas. Quando digo moral e ética é algo mais subjetivo, não necessariamente a composição moral e ética, até porque se pensarmos em mundo, o que é aqui no Brasil uma coisa na Suiça é outra, então não tem como deixar algo como definitivo e absoluto, portanto, vejamos da seguinte forma, o vício é uma doença, mas em nenhum lugar o vício é tratado como uma doença, mas é uma doença incurável, ela é progressiva até sem o consumo do vício, é uma doença que pode levar ao enloquecimento, é uma doença que pode inclusive ser fatal, ora por uma desgraça qualquer e ou ao próprio extermínio pela insuficiência prática social, com isso em vista vamos pensar agora sobre as questões morais e éticas.
Hoje habitamos um mundo com novas verdades, as verdades que advém de todos os nosso progressos, desde de sempre inclusive, mas que teve com a internet um impacto bem significativo e de transformação nas modelagens existenciais, trouxe esse olhar para analisarmos as realidades da vida orgânica sendo anulada por toda simulação, artificialidade, digitalização, algoritmos etc., esse avanço por sinal pode até ser visto como herói ou vilão, juntos essa fatia presente na vida, começaram fixar as importâncias junto as necessidades de pertencimentos sociais, ou seja, as conscientizações junto gêneros, diversidades etc., temos hoje fitinhas para colocarmos no pescoço com todas as variáveis de doença mental, o que é ótimo por sinal, por outro lado não se vê fitinha de pescoço para o bêbado e o drogado, e isso não existe ainda ou talvez jamais exista, pois é algo que bate de frente direto com as relações morais e éticas, pois, o drogado, o viciado é entendido ainda como sem vergonha, fracasso, folgado, covarde, manipulador, mentiroso etc., e essas coisas existem pela qualidade fractal e paradoxal, ou sejam, é a ordem na desordem e a existência de uma coisa ao mesmo tempo que não existe. Com isso, o viciado é tudo isso e não é nada disso, pois tudo faz parte da doença. Mas o que é essa doença?
Essa doença é uma doença invisível, ela atua no campo físico, mental, sentimental, emotivo quiça ao mistério e o enigma de uma subjetividade energética e espiritual, é uma doença que pode ter processos de curas, o que é diferente de curar, desde as vertentes religiosas, espirituais, xamânicas, medicinas naturais, psiquiatria, terapia, grupos segmentados, esporte, estudo, trabalho, família, amor conjungal etc., é uma doença que precisa de um olhar complementar, conjunto, amável, paciente, prático, cíclico, entre quaisquer identificação do viciado para crianção de sua própria verdade, onde haverá sempre a grande batalha em adequar-se aos padrões de seu raio de atuação.
A conscientização junto essa natureza está crescendo, um fenômeno se fez presente com as facilidades do mundo digital onde pessoas em tratamentos e recuperações pelas suas jornadas se tornaram protagonistas ao compartilhar suas experiências, algo importante para ampliação destas realidades, contudo, ainda habitamos aos mesmos modelos de herói e vilão, onde a academia traz uma verdade, o adicto (“limpo” e protagonista) traz outra verdade, a sociedade entende outra verdade e o viciado ainda vive a mesma verdade, ou seja, fracassado e demais referencias de fatores negativos pela questão moral e ética, portanto, vossos prelúdios ao entendimento e a compreensão do vício ainda é embrionário, não possuímos conhecimento e nem sabedoria para lidar com essas verdades, a questão de qualidade sensível se dá ao adicto, uma vez limpo, oriundo das estruturas de recuperações, ou seja instituições, clínicas, grupos etc., terá sempre como base a sobriedade e a abstinência como troféu de sua verdade, e de fato é uma grande conquistas, talvez a maior conquista de todas, já que parar com o vício destrutivo é algo muito difícil, contudo, se o adicto-protagonista tem um lapso, uma recaída ou até mesmo volta ao uso ele se torna pela própria comunidade da adicção, por assim dizer, alguém que fracassou, ou seja, ele não pertencerá nem na sociedade “comum” e nem na sua sociedade “abstêmia”, já os profissionais que atuam na área da dependência química, mesmo fumando seu cigarrinho de maconha e tomando seu vinhozinho, estes continuam ilesos aos critérios determinantes ao primado moral e ético aos viciados.
Ainda assim todo esse movimento é importante que exista, são aspectos iniciáticos e introdutórios, onde somente as experiências compartilhadas e a unificação de todos envolvidos poderá em algum momento ter mais resultados positivos ao delicado tema que é o vício.
Mas percebam como nestas costuras que fizemos há uma série de herói e vilão, contudo, deixemos o vilão de lado e voltemos ao herói para concluirmos essa conversa.
A morte do herói se dá ao concluir sua tarefa mais difícil, aquela guerra infinita, a batalha sem fim, a grande luta de sua vida… que assim como nos livros, nas peças de teatro, nas músicas e nas danças, no cinema, nos contos passados de pai para filho… a verdadeira luta do herói é a dele contra ele mesmo.
A morte do herói é o momento onde ele de alguma forma se desprende da forma, faz as pazes com suas inquietudes, aceita suas verdades, identifica que maior que a sua vaidade é mortalidade como qualquer ser vivo, é o momento onde nasce dentro de si a certeza de todo trabalho feito, onde não questiona mais sua intuição e seu sentimento, seu instinto o trouxe até aqui, e ao morrer, entrega-se à vida!
Blog
Base
Não importam os caminhos percorridos, havendo uma base sólida sempre é possível voltar.
Cá estou em um hiato negativo, o que ao desejo primário se tornou secundário dando ao alcançado desejo, ou seja, o atalho para conseguir fazer coisas difíceis, agora volta tão rapidamente em sua face fria e gelada.
Quando nossas chagas estão no corpo, a mente por seus pensamentos voltam para a atenção física e o coração na sua qualidade emotiva apresenta estados de alerta já em medo, mas ainda assim tudo está com os olhos cravados na saúde.
O trânsito da vida é cíclico, não importam as distâncias e as jornadas percorridas, sempre haverá em algum lugar buracos.
Impactos de ordens destrutivas sempre alcançarão seus poderes, existem coisas que nunca darão apenas os louros de suas propriedades, sempre, em algum momento, o contrário se faz único em presença, e por mais que já não se queira isso, ela o terá alojado em si.
Ao mestre destes ensaios resta-lhe a verdade de seu saber, não absoluto, pois nada é, porém sagaz prático de todo o seu estudo.
Sendo isso fruto de uma natureza enigmática é junto suas já maduras relações com a presença consciente o balizador para o momento da ação. As vivências serão os seus escudos e a ciência cósmica as suas espadas.
Habita-se junto todo o processo também atalhos de retorno, eis a esperança interna para a ação. Mesmo já mais para lá do que para cá, há junto os seus uma queima de seus créditos para então o findamento dessa nova escola.
Por mais que ronde pensamentos e sentimentos de anulação, é até o fim e além a tentativa do caminho do bem e do amor.





